Buenos Aires

Olá prezados colegas, saudações!!!

 

Vamos continuar com a nossa expedição e, dessa vez, saindo do país.

 

Estamos indo para a Argentina, e nossa primeira parada será Buenos Aires, a capital da Argentina.

 

 

 

 

 

 

Então, vamos lá.

 

Saímos de Gramado, após um final de semana maravilhoso, em direção a Porto Alegre. Chegamos no Aeroporto, sem maiores complicações, e entregamos o carro na Hertz. Agora, estávamos a pé. Hehehehe.

 

Chegamos no aeroporto as 10:40hs e o vôo para Buenos Aires sairia as 15:30; isso é que é ansiedade JJJ.

 

As 14:00hs despachamos as nossas malas no balcão da TAM e pegamos nossas passagens internacionais.

 

No dirigimos para o embarque, e uma pequena confusão para entrar… o vôo não estava pronto (nunca ouvi falar disso)…

 

Quando, finalmente, conseguimos adentrar no portão de embarque, nova demora paras embarcar. A essa altura já eram 15:30 e ninguém tinha embarcado; os funcionários da TAM não davam nenhuma explicação.

 

 

 

 
 

Saída do Brasil

 

 

 

 

Nisso, um passageiro, que acabou se tornando nosso amigo, o Sérgio, foi questionar o porque da demora no balcão da TAM. Daí veio a notícia de que o vôo quebrou… PQP!!!

O barraco estava armado!!! Muitas pessoas de todo o tipo, iradas com a TAM. Tinha até um oficial de justiça que estava com ordem de juiz para ir buscar um menor na Argentina; esse, estava desesperado. Tinha uma portenha que estava indo as pressas para acompanhar a mãe, que estava muito mal. E para completar, ela ainda tinha uma conexão marcara em Buenos Aires por outra empresa… cada caso um caso. Nos? Bem, nós estávamos de férias…

 

            No frigir dos ovos, resolveu-se que a TAM tinha dois vôos, seguindo de Curitiba para Buenos Aires. Bem, lá vamos nos para Curitiba… Chegamos em Curitiba as 18:00hs e íamos pegar o vôo para Buenos Aires as 23:30hs. A TAM deu aqueles tickets de refeição para nós, e cada um tinha direito a R,00.

 

Bem, Sérgio, nós e mais uma galera, juntamos nossos tickets e… tome cerveja!!! As custas da TAM (que ela não fique sabendo).

 

Aí, meus caros, o tempo passou num instante. E quando vimos, já era hora de embarcar para Buenos Aires.

 

 

 

 
 

Cervejada as custas da TAM hehehe

 

 

 

Ah sim, ia me esquecendo! Nos não fomos burros não; a TAM teve que nos dar, alem da refeição, translado para o hotel, já que chegamos bem depois da hora que estava planejado. Eu achei ruim…

 

Bem, finalmente estamos embarcando para Buenos Aires (dessa vez, em definitivo).

Dai vieram as primeiras dificuldades:  No serviço de bordo, a aeromoça me pergunta: -Pollo ou parrija, señor? Fiz uma cara de que não entendi nada… Ela compreendeu e perguntou em um português muito carregado: – O senhor deseja frango ou carne?. Ahhhhh, agora entendi…

Mas daí veio uma preocupação: se eu não entendia o que a aeromoça me oferecia no cardápio, que dirá me virar no dia a dia… Logo de cara, percebi que, somente meu Buenas Noches e Buenos Dias não seriam suficientes. KKK

 

            Marta dorme ao meu lado… Está cansada, coitada. Foi um dia cheio.

 

01:40hs

 

            O avião aterrissa no aeroporto internacional de Buenos Aires, o Ezeia. Fizemos os tramites alfandegários e tivemos nossos passaportes carimbados.

 

            Daí vêm uma chateação: os carrinhos, aqueles de mala, são pagos. P$ 1,00. Droga! E as mochilas, pesadas pra caramba! Mas vale pegar os que estão soltos. Tem uns que ficam no saguão do aeroporto que ainda não foram devolvidos; esses, podemos pegar. E eu, que não sou besta, garanti logo o nosso.

 

            Pegamos o nosso remís, “gentilmente” pago pela TAM, e fomos para o nosso hostel.

 

Em Buenos Aires, nos hospedamos no hostel Portal Del Sur http://www.portaldelsurba.com.ar/ Um hostel com aulas de tango, quartos privados, city tour para os hóspedes, e o melhor, perto de tudo e no coração de Buenos Aires na calle (rua) Hipólito Irigoyen.

 

O nosso quarto, não deixa nada a dever para quartos de hotéis ****. Com tv a cabo e cama king size, além de chuveiro elétrico, ar condicionado, etc. Muito confortável mesmo. E o melhor, o preço: US$ 15,00 (quarto privado, beliche é mais barato) com café da manhã e acesso a Internet grátis.

 

CDica para os viajantes: Antes de iniciarmos a nossa aventura, fizemos reserva nos hostels e hotéis que iríamos passar. Como a maioria, ficamos cabreiros de como fazer a reserva de maneira segura e não correr o risco de perder o dinheiro. Bem, descobri o site www.hostels.com ou www.hotelsworld.com e fizemos a nossa reserva por lá, usando cartão de credito internacional.

 

A vantagem é que você consegue ver se há vaga no seu hostel favorito, em quase todo o mundo, lê os comentários de outros viajantes que já se hospedaram lá e também os preços e a disponibilidade de cada um.

O pgto não é integral, você paga somente 10% do total, para garantir a reserva e o site é criptografado e seguro.

Caso ainda não se sinta seguro para comprar pela Internet, você pode escolher o hostel mesmo assim, e ir direto para lá quando chegar na cidade, porém, correndo o risco de, quando você chegar, não ter vaga.

Nos usamos o serviço várias vezes e, graças a Deus, não tivemos problemas.

 

09:00hs

 

            Acordamos! Primeiro dia em Buenos Aires, primeiro dia na Argentina. Com um frio na barriga, nos levantamos, tomamos banho e nos preparamos para descer para tomar o café.

            O café é bem servido: Pêra, maça, café com leite, torrada, geléias e doce de leite. As mesas são poucas, para muitos hóspedes.

 

            E o medo de falar portunhol??? Tava meio apreenssivo, quando senta um casal na nossa mesa, depois de pedir licença: -Excuse-me, may i seat down? – pergunta o rapaz, –Sure!, Eu respondo.

 

            Marta senta, começamos o nosso desayuno (café da manhã).

 

Começamos a conversar e a planejar o dia, quando somos interrompidos pelo casal: –Vocês são brasileiros? –Sim, somos!  Respondo, contente em ouvir nosso idioma pátrio (aparentemente, eles também). Aí foi uma festa só. Brasileiro é mesmo um povo muito unido. Trocamos muitas dicas e idéias. Eles estavam no seu ultimo dia na Argentina, estavam voltando para São Paulo, após um rolé por Calafate, El Chaltén, etc.

 

Eles deram a dica de uma agencia de viagens que funciona dentro do hostel; a Say Hueque! Após o desayuno, corri para lá e conversei durante muito tempo com o Lizandro. Ora em inglês, ora em espanhol.

 

Deixei meu roteiro com ele e ele resolveu as paradas. Gente boa, ele.

 

CDica para os viajantes: A Say Hueque! é uma agência de turismo especializada em turismo bom e barato; segue o site: http://www.sayhueque.com/ vale uma visita e pesquisa.

 

Depois de resolvermos essas paradas, seguimos para bater perna. Como estávamos muito perto, seguimos direto para a Plaza das Armas, onde fica a Casa Rosada e alguns prédios históricos.

 

 

 
 

Fofinha na casa Rosada

 

 

Dentro da Casa Rosada, tem um museu, aberto ao publico geral e tem, também, visitas guiadas por dentro da Casa Rosada.

Para fazer a visita, vocês devem chegar na lateral da Casa Rosada, onde fica a entrada do museu, às 13:00hs em ponto. A lista é pequena e enche rápido. Nos deixamos para almoçar para depois voltar para colocar o nosso nome na lista, mas… às 13:15 a lista já estava cheia.. Fazer o que…

 

Bem, com isso, resolvemos dar um role pelas praças e seguir até Puerto Madero; uma área que era de cais e hoje funcionam bares, restaurantes, universidades, muito legal.

 

 

 
 

Puero Madero: Esses galpões laranja são restaurante, universidades, etc.

 

 

Passamos o resto do dia em Puerto Madero, conhecemos um antigo barco que hoje funciona como museu marítimo. A entrada custou P$ 1,00.

 

 

 
 

O barco, atrás de nós, é um museu marítimo

 

 

 

Ah sim, ia esquecendo de falar sobre o câmbio.  Na Argentina, o câmbio é livre e o real é bem aceito também para troca.

Logo, se quiserem levar real para trocar, consegue com facilidade. Na Av. de Mayo, existem várias casas de câmbio e estas disputam o turista com a melhor cotação. O nosso real estava, em média, valendo P$ 1,05 e o dólar P$ 3,15.

 

            Alguns feirantes da calle Florida aceitam o real e nessa, você pode ganhar um trocado a mais negociando a cotação. Já em shoppings, e afins, não voga.

 

CDica para os viajantes: Nós trocamos nossos dólares no Banco de La Nacion Argentina; além de praticar um câmbio mais justo (acompanha taxas de mercado internacional), não corremos o risco de perdermos tudo ou receber dinheiro falsificado. Pelo sim, pelo não, recomendo que troquem no banco.

 

            Amigos, Buenos Aires é uma cidade muito, mas muito linda e acolhedora. A tal “rivalidade” entre portenhos e brasileiros só existe mesmo no futebol. Fomos muito bem tratados por eles. Nada a reclamar dos portenhos.

Bueno Aires é uma cidade grande. Vimos muitos policiais na rua e a cidade parece ser tranqüila, mas não podemos ficar de bobeira. Todo o cuidado que tomamos para uma cidade grande dentro do Brasil, devemos tomar também em Buenos Aires. Porém, confesso, andamos de trem, metrô, ônibus e a pé, e andamos mais tranqüilos do que andaríamos em Sampa ou Rio. E graças ao Pai, nada nos aconteceu. Nem susto.

 

Bem, por enquanto eu vou parando. Tem muita coisa para escrever e no momento, até escrevi demais.

 

Duvidas, estou a disposição.

Até a próxima

 

Abs

 

Rômulo Murdock

 

FORÇA SEMPRE

 

In God we trust!

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Um comentário sobre “Buenos Aires

  1. Pingback: A Primeira Vez… Em um hostel « Rolé pelo Mundo

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