Viaje e se hospede “na faixa”


Olá amigos viajantes, saudações!

Em tempos de Ctrl + C  e  Ctrl + V, fica difícil saber se o que está sendo publicado é, de fato, de quem publica.

Particularmente tenho a política de fazer meus próprios posts, publicar com as minhas palavras, do meu jeitinho (senão não seria um blog :P). Mas quem tem blog sobre qualquer assunto – sabe que dá um trabalhinho pesquisar se aquela informação ainda vale, se os preços estão atualizados, os endereços…. e como ainda estou me recuperando de uma cirurgia, não estou podendo me dedicar ao blog tanto quanto gostaria, e aí entra o Ctrl + C e Ctrl + V que até é bem útil, se autorizado e respeitado o trabalho do outro; quando não se apropria do trabalho alheio, né isso gente? É sim.

Encontrei este artigo no site Catraca LIvre que tem na sua política de redação a liberação do seu conteúdo desde que sem alterações e citada a fonte.

Aliás, super-recomendo o site que tem muitos artigos interessantes sobre praticamente tudo.

Site: http://catracalivre.com.br/

Então, no site encontrei este artigo dando dicas para quem quer viajar mas não tem grana (ou quer fazer uma grana) para se manter durante a viagem.

Em todas as minhas viagens por hostels no Brasil e no mundo, encontrei pessoas que estavam trabalhando nos hostels, enquanto estavam de férias. É prática muito comum para os gringos e bem que podíamos aprender com eles.

Então, sem mais delongas, segue o artigo.

Boa leitura.


 

O Worldpackers faz a ponte entre os hostels que têm ‘vagas’ disponíveis para trabalho voluntário e o viajante

Viajar é a melhor coisa do mundo. Mas conhecer novos países e outras culturas requer um pouco de dinheiro. Foi pensando nisso que dois amigos criaram um projeto que possibilita que viajantes consigam hospedagem de graça em qualquer lugar do mundo em troca de algumas horas de trabalho.

O Worldpackers faz a ponte entre os hostels que têm ‘vagas’ disponíveis para trabalho voluntário e o viajante.  São diversas opções que vão de DJ a barman, de pintor a recepcionista, entre outros.

Reprodução

Para o “mochileiro” é extremamente vantajoso já que ele tem uma cama garantida, conhece pessoas do mundo inteiro, pratica e aprende idiomas, conhece outras culturas, pode receber refeições gratuitas e ainda desfruta de toda a atmosfera do hostel.

O  hostel também sai ganhando, pois garante um staff motivado, internacionalização de seu espaço e economiza recursos.

Atualmente o site, em inglês, tem mais de 1.000 voluntários e 190 hostels cadastrados espalhados por 70 países, como China, Filipinas, Portugal, Índia, Dinamarca, Estados Unidos, Nova Zelândia, África do Sul, entre outros.

Reprodução/Youtube

A meta é lançar versões do site em português, espanhol, francês e alemão e atingir 1.000 hostels ainda este ano, segundo Riq Lima, um dos fundadores do site, que largou um emprego estável em um banco em São Paulo para conhecer o mundo há cerca de três anos.

Eric Faria, o outro fundador do site, também tem uma história parecida com a do amigo. Ele largou o emprego de auditor em São Paulo para morar na Califórnia.

Os dois se conheceram no hostel que Eric era gerente. “Decidimos unir meu conhecimento de viagens pelo mundo com o conhecimento dele de voluntários e montamos a plataforma”, diz Riq.


Original aqui: https://catracalivre.com.br/viagem/mundo-viagem/indicacao/site-ajuda-a-encontrar-hospedagem-de-graca-ao-redor-do-mundo/

R.M.

In God we trust!

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