Capítulo 8–Miami Beach e arredores e a volta para casa

Olá amados, saudações!

Pois é… este é o último capítulo do diário de bordo da viagem aos USA… mas calma que não acaba aqui.
Sim, pois voltei cheio de dicas, barbadas e roubadas e ainda vou colocá-las aqui, além das fotos, claro, que acredito que a maioria queira ver ao invés de ficar lendo meus textos sem fim.

Então vamos lá…

No capítulo anterior, realizei um bate e volta para Key West e quase morri de tédio nas estradas perfeitas com limites de velocidade reduzidíssimos em alguns trechos não passando dos 40km/h… mas foi bom. Pena que não pude pernoitar lá, o que desde já é uma dica se você está em Miami e quer ir a Key West: vá para pernoitar. Segundo infomações que li, a cidade muda completamente a noite e é conhecida pelo seu por-do-sol, coisa que não pude apreciar, mas acredito que deve ser muito bonito mesmo. Fica para a próxima.

Bom, ao voltar de Key West só deu mesmo para passar no KFC para pegar o jantar e ir dormir, pois estava exausto de tanto dirigir.
Eu estava hospedado na Collins Avenue, em South Miami Beach e recomendo muito. Lembra muito Boa Viagem, no Recife, e a avenida é costeira, então pode estacionar o carro e correr para o mar.
No meu caso, corri para pagar o parquímetro. Em Miami estacionar na rua é pago e as vagas são disputadíssimas em algumas regiões. Por isso os parquímetros tem limite de 3hs. Ou seja, você não pode contratar mais de 3hs de cada vez. Ah, esqueci de dizer: os parquímetros funcionam das 08h às 18h. Após isso pode estacionar sem problemas e seu carro não será guinchado. Mas lembre-se de pagar assim que amanhhecer, nem que depois volte a dormir – meu caso. O estacionamento está custando US$ 1,00 a hora e pode ser pago com cartão de crédito. Tenham em mãos a placa do carro.

Bom, falando demais sobre uma coisa trivial, né? Vamos ao que interessa? Vamos.
Continuando… cheguei de Key West, comi meu KFC, desabei na cama e acordei desesperado para pagar o parquímetro. Voltei a dormir e acordo com alguém do hotel batendo na porta dizendo que minha diária tinha vencido e eu precisava deixar o quarto. A essa altura já tinha passado das 11h e antes de agradecer ao funcionário pela delicadeza, corri para a rua para renovar o parquímetro.
Acreditando na gentileza dos americanos, paguem mais 2h no parquímetro, acreditando (reforço!), que teria um tempinho extra para arrumar as malas, que estavam completamente bagunçadas.
Bom, primeira diferença dos USA para o Brasil: não existe “jeitinho brasileiro”. Segunda diferença: Nos USA horário se cumpre!!! Mesmo em Miami, onde os americanos são minoria (não sei se são, foi minha percepção).
Enfim, ao voltar para o meu quarto, o tal funcionário ainda estava na porta me esperando e eu solto o jeitinho brasileiro: “cara, preciso de uns minutos para arrumar a mala, pode ser? Estou quase terminando (mentira, estava td no chão). O que ele responde??? Olhou para mim com cara de desapontamento e soltou um “Fuuuuuuck… “ Algo como (putz, cara….) “Ok, 15 minutes.” 15 minutos!? 15 MINUTOS!!!???, pensei eu… pensei que iria ganhar, no mínimo 1 horinha… kkkkkk doce ilusão.
Bom, só me restou jogar absloutamente tudo na mala, comer uns trocinhos e desocupar o quarto. Em 15 minutos! Pois é. Não sei como, mas fiz a mágica.

Eu estava com muitas malas no carro e sinceramente não estava com a menor vontade de correr o risco de ser roubado, então fui mesmo para o aeroporto, devolver o carro alugado e esperar meu voo. Não tinha mais o que fazer mesmo, ou tinha? (Não responda! rsss).

A devolução do carro (depois vou escrever um post só sobre isso, ok) foi tranquila. Como em qualquer locadora. O acesso é fácil, basta dirigir na direção do aeroporto e você verá as placas do prédio anexo para a devolução do carro. A chateação é que aqueles carrinhos de aeroporto, que aqui são free, lá custam US$ 5,00 cada. E não teve jeito, tive que alugar um, já que não tinha nenhum dando sopa.

No aeroporto eu parecia um doido. Tinha muito tempo livre então fui arrumar as malas, distribuir o peso, separar as bagagens de mão, etc. Enfim, atraí olhares e com certeza câmeras também.
Na TAM a mesma putaria dos guinchês. Você é meio que obrigado a realizar o check-in no totem para depois ir despachar as bagagens. Um funcionário não deixa você entrar na fila se não tiver realizado o check-in no autoatendimento. TAM, entenda uma coisa: eu A-DO-RO os totens. Acho prático e me economiza tempo. Mas hey, nem todo mundo gosta e a individualidade deve ser respeitada. A ANAC já desceu o pau em vocês, mas insistem em fazer essas coisas… que feio!!!

Bom, lembram que minha passagem deu problema na IDA porque a TAM remarcou e remarcou meu voo sei lá quantas vezes? Pois é. Lógico que deu na volta e eu não consegui realizar o check-in no totem, então… É, pois é.
Fui atendido por uma sra. muito “simpática””, de “bem com a vida”, que me atendeu “super-beeeeeem” (sim, estou sendo irônico) que reclamou da minha bagagem de mão, que estava 3kg acima do permitido, que seriam 5kg.
Ora, esta é outra coisa que não entendo, pois já li em algum lugar que a franquia para bagagem de mão em voos internacionais fora do Brasil é de 15kg e não 5kg (que convenhamos, é um absurdo) e mesmo assim, lembram que saí do Brasil só com uma bagagem de mão? Pois é. Ela deveria estar com uns 10kg e não tive problema algum… Mas nos USA a coisa funciona… A “sorte” foi que a mulher disse que tinha peso sobrando e que poderia distribuir o peso da bagagem de mão nas outras malas. Ainda tentei argumentar que era bagagem frágil e de valor, mas ela só fez dar de ombros, enquanto batia uma palma da mão na outra, enquanto me dizia: “Não posso fazer nada. É regra da ANAC. Você quer que eu descumpra a lei?”
Então, mais uma vez, vou eu, saio da fila e vou abrir as malas no meio do aeroporto, selecionar e guardar o que posso nas bagagens a ser despachadas. “Mas prq não despachou a bagagem de mão?” Porque, meu caro leitor, a bagagem de mão continha algo muito, muito valioso, muito frágil, que iria quebrar ou ser roubado se fosse despachado: um X-Box. Smiley mostrando a língua Lógico que não podia me separar dele.
Então… voltei para a fila. Não fui direto nela, como fui orientado, e esperei até ser chamado por outra pessoa com uma aparência mais feliz.
Dei sorte e a outra funcionária estava mais contente e, apesar de estar passando 1kg (isso mesmo, 1 mísero kg), ela deixou passar, após a mesma choradeira. rsssss
Alívio gigante, pois não tinha condições de eu despachar o X-Box. A raiva só aumenta quando entramos na fila de embarque e vemos aquelas pessoas com a necessaire mais pesada que sua mala despachada. Dá raiva demais, viu? Mas hey, culpa do totem também.

No aeroporto de Miami a praça de alimentação é somente para quem vai embarcar. Se você estiver esperando alguém e quiser fazer um ranguinho tem que dar um rolé, viu?  Aí como eu tinha ainda muito tempo no aeroporto eu pergunto ao segurança se eu podia entrar na área de embarque, fazer um rango e voltar para não ficar na área de embarque. Aí ele respondeu surpreso: “Há! Voltar!??? Oh no, sr. No, no, no. no, no, no. “ Então tá. Não pode, não pode, né? rsss
Mas depois entendi porque. A revista é rigorosa. Tem que tirar sapatos e passar naquela máquina de raio que vc aparece como veio ao mundo para o operador. Fui sem prós, queria era conhecer. rsss. Eh uma cabine, parecida com aquelas portas giratórias, seu corpo é todo scaneado e depois, se for o caso, ainda tem uma revista. Bom, foi o meu caso (alguém duvidava?), só que eu não entendi que ainda seria revistado e vou seguindo meu caminho, quando uma outra agente me para e me manda esperar, apontando para o chão onde tinham dois pés pintados onde eu deveria colocar os meus, ah sim, eu estava descalço.
Nisso veio um agente homem e me disse “mira allá” ou “olhe para lá”. Entendi PN, mas fiquei olhando para a direção que ele apontou. Só que ele tinha me pedido para virar o corpo para a direção e como não atendi ele me virou com toda a delicadeza. E eu respondi “Hey, você deveria ter dito ‘turn around’ (vire-se) e eu teria entendido. Mas mira allá é olhe para lá.” Ele não ouviu, não quis ouvir, também estou pouco me lixando. Fez a revista e não encontrou nada (obviamente, senão as notícias minhas vcs receberiam dos noticiários) e pude lanchar em paz. O detalhe é que você não é obrigado a passar pelo raio-X. Se quiser tem a outra máquina (a que temos aqui, detector de metais) ou mesmo pedir uma revista manual por um agente do mesmo sexo.

A área do Dutty Free do aeroporto de Miami é bem grande e tem algumas promoções, mas nada como os outlets (ainda vou escrever sobre eles, aguardem), então não vi muitas vantagens mas ainda arranjei algo para comprar: uma caixinha de som portátil, mas com som bem potente, por US$ 10,00. Gostei muito e a caxinha é muito boa. Vale a compra.

Recebendo os tíquetes de embarque, adivinha quem estava? A danada da tal funcionária de bem com a vida da TAM e outro cara. Na hora mudei de fila para evitar a doida. Vai que ela mandava eu despachar minha bagagem de mão. Arfff Maria, nã!!!! Perseguição!!!  Passei q nem bala me pegava.
Na hora de entrar na ponte do avião (finger), mais uma situação inusitada. A porta estava fechada e o primeiro da fila imaginava q era um elevador. E ficou esperando uns 30s até que um outro da fila avisou: “tem que pisar para abrir!” e o cara “hã? Smiley confuso?”, “tem que pisar no tapete”, repetiu o cara. Ai ele pisou no tapete e a porta abriu e pudemos adentrar ao avião. kkkkkkkkkk AInda bem que não fui eu. kkkkkkkk

O voo teve muitas turbulencias, foi bem difícil cochilar, mas até que deu sim. O chato foi acordar as 4h com a tripulação da TAM servindo o café da manhã. Sinceramente? Queria era dormir. Mas foi td bem.

Após o voo turbulento cheguei em São Paulo e fui usar minha quotinha no Dutty Free. Agora era a vez dos wiskys.

Compras feitas,espachei as malas novamente para votar para casa após esses dias exaustivos. rssss

Amados o diário de bordo termina aqui, mas como disse no início, tenho muitas outras dicas e causos – como o dos pais que perderam o filho de 10 meses na fila de uma atração na Disney – a experiência de dirigir pela primeira vez no USA, os erros que cometi, enfim, muitas coisas, além das prometidas fotos.

No mais a mais é isso, agradeço demais a todos que me acompanharam e comentaram em tempo real. É muito legal viajar, contar as news e receber o feedback, vcs não imaginam o quanto, obrigado a todos, de coração!

Os números desta viagem:

– 05 cidades visitadas;
– 05 parques curtidos ao máximo (Magic Kingdom, Epcot Center, Hollywood Studios, Universal Studios e Island of Adventure);
– 02 áreas noturnas semi-exploradas (Universal City Walk e Downtown Disney);
– 01 maravilhoso espetáculo do Cirque du Soleil (La Nouba);
– Mais de 1.800km devorados nas pistas gringas;
– Muitos Sonhos realizados!!!
– Novos amigos, novas experiências e muitos pontos de vida!
– R$ 826,30 pagos de IOF a troco de porra nenhuma a não ser financiar a campanha de algum político filho d*******.

E se você quer viajar para os USA, aproveitem que as cias aéreas estáo fazendo promoções direto, para quem quer viajar ainda este ano. Eu queeeeeroooo Smiley chorando!!!

Um dos melhores site que conheço sobre promoções de cias aéreas é o Melhores Destinos www.melhoresdestinos.com.br Recomendadíssimo para quem quer se manter antenado nas promoções aéreas.

Ah, Breno,conforme prometido segue foto de um dos Legos LotR que trouxe para montar. Este foi US$ no Walmart. Agora vê aqui no Brasil, quanto é.

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E segue mais uma fotinhas de Key West, que não deu par ir na postagem anterior.

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Abs e até a próxima!

R.M.

Post escrito ao som de Bebel Gilberto e um copo de guaraná Artactica, que é puro e natural.

In God we trust!

2 comentários sobre “Capítulo 8–Miami Beach e arredores e a volta para casa

  1. EME…
    Lendo esse post e vendo as fotos deu muita vontade de ir viu???

    Legal!!! E parabéns por ter saído muito bem em todas as ocasiões!
    Você é show!!!

    Bjs!

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